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Tiro que matou filho de vereador em praia foi disparado por policial civil de folga, diz SSP

Luciano Ferreira da Silva foi baleado enquanto estava na praia, em Couto Magalhães (TO) Reprodução/Instagram de Luciano Ferreira A Secretaria da Segurança P...

Tiro que matou filho de vereador em praia foi disparado por policial civil de folga, diz SSP
Tiro que matou filho de vereador em praia foi disparado por policial civil de folga, diz SSP (Foto: Reprodução)

Luciano Ferreira da Silva foi baleado enquanto estava na praia, em Couto Magalhães (TO) Reprodução/Instagram de Luciano Ferreira A Secretaria da Segurança Pública confirmou que o suspeito de atirar e matar Luciano Ferreira da Silva, de 28 anos, é um policial civil. O disparo aconteceu durante uma discussão na Praia do Porto Franco, em Couto Magalhães. O jovem era filho do vereador de Couto Magalhães, Lindomar Gomes da Silva (PT), conhecido como Preto das Máquinas. O suspeito deixou o local em um carro após o disparo. O nome do policial não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele. Ele se apresentou e foi ouvido pela polícia. O caso aconteceu na tarde de domingo (19), no distrito de Porto Franco do Araguaia. Conforme a PM, houve um desentendimento entre frequentadores de um estabelecimento comercial localizado na praia por volta das 17h. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Após a discussão, houve uma luta corporal e o suspeito efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu Luciano. Ele foi socorrido e levado para a unidade de saúde do município, mas não resistiu aos ferimentos. LEIA MAIS Filho de vereador morre após ser baleado durante discussão em praia no TO Piloto de avião que caiu em Palmas e deixou dois mortos está internado Homem de 31 anos morre em acidente entre moto e carro na TO-255 Agora no g1 Segundo a SSP, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a dinâmica dos fatos e eventual configuração de legítima defesa. A Corregedoria-Geral da Segurança Pública foi comunicada sobre o caso e acompanhará a apuração no âmbito administrativo. Em nota, o Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol-TO) afirmou que o policial agiu em legítima defesa após ser agredido e disse que essa versão será comprovada durante a investigação (leia íntegra abaixo). A Prefeitura de Couto Magalhães lamentou a morte e destacou que "Luciano foi um jovem amigo, companheiro e admirado por todos pela sua postura e tratamento carinhoso e respeitoso com os outros". O corpo de Luciano foi levado para o Núcleo de Medicina Legal de Paraíso do Tocantins, onde passa pelos exames periciais de necropsia. Informações sobre o velório e enterro não foram divulgadas. Íntegra da nota do Sinpol-TO O SINPOL através de sua assessoria jurídica vem a público esclarecer aos fatos ocorridos na data de 19 de julho de 2026 envolvendo o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha: A todos é garantido o Direito Constitucional a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência como premissas basilares do Estado Democrático de Direito. A apuração do processo irá demonstrar, que a situação se configura em clara ação de legitima defesa tendo em vista que o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha foi agredido por várias pessoas no local e efetuou um disparo, buscando preservar sua vida e sua integridade física diante das agressões covardes que sofria por mais de um agressor e ao longo do processo essa situação restará indubitavelmente provada. Ademais o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha trata-se de policial com amplo serviço prestado ao Estado do Tocantins e sem nenhuma mácula em sua ficha funcional. Por fim ressalte-se que o policial civil se apresentou espontaneamente perante a autoridade policial logo após os fatos, entregou a arma e está a inteira disposição dos órgãos competentes para esclarecer os fatos e provar sua inocência. A verdade dos fatos deve e será discutida no devido processo legal e não por meio de repercussão e exposição midiática do fato. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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